Trecho retirado do artigo
Livro "Cibermundos - Que futuro", de Vahé Zartarian e Emile Nöel, da editora Ambar, de 2002 (achei pela bagatela de 7 euritos numa feira de livros de Braga; o título original é de 2000 e intitula-se "Cybermondes - Où tu nous mènes, grand frère?). Folheando a obra, eis que lá encontro uma explicação sobre a raiz "ciber". Não resisto à sincronicidade dos fatos e reproduzo um trecho (p.8-9)
Por extensão, o termo passou a designar qualquer sistema mecânico simulando os comportamentos complexos dos seres vivos: robôs (ou ciborgues, como lhes chamaram certos autores de ficção científica), programas informáticos "inteligentes" capazes, por exemplo, de auto-aprendizagem ou de adaptação, etc.
Neste contexto, e mais recentemente, surgiu o termo ciberespaço, da autoria do escritor de ficção científica William Gibson e, posteriormente acrescentaram-se-lhe uma série de termos derivados: cibermundos, ciber-sociedade, cibereconomia e, até, cibercafés! Desta feita a raiz ciber refere-se a universos virtuais, que principiaram, obviamente, por serem concebidos pelo homem, mas que ultimamente são gerados por máquinas, evoluindo com ou sem interação com os humanos."
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